Qualidade na prestação de serviços
O controle dos serviços pode ser feito em testes interno
A eficiência operacional e a satisfação do cliente deve ser a meta na prestação de serviços.
Assim como ocorre em produtos, deve-se ter um programa de qualidade, mensurando como vai o desempenho do trabalho desenvolvido e, consequentemente, como este possa ser aperfeiçoado.
A respeito de medir a qualidade dos serviços, Miyashita (2007) descreve:
[...] é preciso compreender as diferenças entre produtos e serviços. Produtos são físicos, tangíveis e produzidos, portanto, sua medição de qualidade pode ser realizada por meio de testes internos e com uso de equipamentos. Já serviços são atos intangíveis e prestados por pessoas a todo momento. O controle dos serviços pode ser feito em testes internos, via avaliações no treinamento das pessoas, mas esses resultados não são garantia de qualidade na hora da verdade. E nem garantem que os serviços serão sempre prestados no mesmo nível planejado. Serviços, mais do que produtos, sofrem muitas influências que afetam o padrão de qualidade: as pessoas, a cultura da empresa em relação aos clientes e o trato com funcionários, a liderança praticada por cada gestor da linha de frente e, lógico, os diversos perfis de clientes com suas opiniões e necessidades diferentes. (MIYASHITA, 2007).
Assim confirma-se o que outros autores já descreveram sobre serviços e a respectiva qualidade. A qualidade pode ser percebida pelos clientes por meio dos seus componentes tangíveis e intangíveis. Em serviços, tangibilidade é o que o cliente/consumidor vê e/ou sente. Os componentes intangíveis são sentidos, como exemplos: a amabilidade e cordialidade (ANSUJ; ZENCKNER; GODOY, 2005).
Fundamental no caminho rumo à qualidade total em serviços é compreender a satisfação do cliente. E medi-la constantemente via controles gerenciais, enquetes, questionários e, principalmente, pesquisas estruturadas – justamente o que menos se faz.
Na esfera prática, tem se observado um número cada vez maior de resultados oriundos da aplicação da Gestão pela Qualidade Total notadamente na iniciativa privada.
A definição de qualidade para os níveis que exigem uma linguagem mais fácil e mais didática é, aparentemente, simples quando correlacionada ao entendimento, compreensão e alcance da qualidade conforme o cliente. Moura (1999, p. 68) cita que a "qualidade é definida como sendo a conformidade entre o que se produz com aquilo que o cliente quer, de modo que suas expectativas sejam superadas e sua satisfação alcançada.”
As diversas instituições que hoje mantêm os seus desenvolvimentos e aperfeiçoamentos em função de "uma qualidade" elaboram seus processos, suas atividades, dentro de alguns conceitos preconizados por Deming, Juran, Crosby, Feigebaum, entre outros, que entendem que qualidade é algo que atende às necessidades dos clientes internos e externos e os tornam satisfeitos.
[...] é preciso compreender as diferenças entre produtos e serviços. Produtos são físicos, tangíveis e produzidos, portanto, sua medição de qualidade pode ser realizada por meio de testes internos e com uso de equipamentos. Já serviços são atos intangíveis e prestados por pessoas a todo momento. O controle dos serviços pode ser feito em testes internos, via avaliações no treinamento das pessoas, mas esses resultados não são garantia de qualidade na hora da verdade. E nem garantem que os serviços serão sempre prestados no mesmo nível planejado. Serviços, mais do que produtos, sofrem muitas influências que afetam o padrão de qualidade: as pessoas, a cultura da empresa em relação aos clientes e o trato com funcionários, a liderança praticada por cada gestor da linha de frente e, lógico, os diversos perfis de clientes com suas opiniões e necessidades diferentes. (MIYASHITA, 2007).
Assim confirma-se o que outros autores já descreveram sobre serviços e a respectiva qualidade. A qualidade pode ser percebida pelos clientes por meio dos seus componentes tangíveis e intangíveis. Em serviços, tangibilidade é o que o cliente/consumidor vê e/ou sente. Os componentes intangíveis são sentidos, como exemplos: a amabilidade e cordialidade (ANSUJ; ZENCKNER; GODOY, 2005).
Fundamental no caminho rumo à qualidade total em serviços é compreender a satisfação do cliente. E medi-la constantemente via controles gerenciais, enquetes, questionários e, principalmente, pesquisas estruturadas – justamente o que menos se faz.
Na esfera prática, tem se observado um número cada vez maior de resultados oriundos da aplicação da Gestão pela Qualidade Total notadamente na iniciativa privada.
A definição de qualidade para os níveis que exigem uma linguagem mais fácil e mais didática é, aparentemente, simples quando correlacionada ao entendimento, compreensão e alcance da qualidade conforme o cliente. Moura (1999, p. 68) cita que a "qualidade é definida como sendo a conformidade entre o que se produz com aquilo que o cliente quer, de modo que suas expectativas sejam superadas e sua satisfação alcançada.”
As diversas instituições que hoje mantêm os seus desenvolvimentos e aperfeiçoamentos em função de "uma qualidade" elaboram seus processos, suas atividades, dentro de alguns conceitos preconizados por Deming, Juran, Crosby, Feigebaum, entre outros, que entendem que qualidade é algo que atende às necessidades dos clientes internos e externos e os tornam satisfeitos.



